terça-feira, 15 de junho de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
Corte de relações diplomáticas com a Santa Sé

Separar o Estado da Igreja: manifestado por uma política anticlerical. Há uma luta aberta contra a igreja. Se expulsam ordens religiosas. Se encerram casas e colégios religiosos proibindo o ensino do cristianismo nas escolas (a igreja era a principal educadora do país e influenciava as pessoas de todos os estrados sociais através das missas). A mais a igreja foi perseguida porque apoiava o sistema monárquico.
Reforma do ensino
Era objetivo da República diminuir o analfabetismo alfabetizando e educando para que votassem os que soubessem. Já que se queria o "melhor" para conduzir o governo.
Para lograr isto se instaura a educação gratuita e laica dos sete até os dez anos. (o ensino elementar foi classificado em infantil e primário).
Regicídio
Revolta Republicana no Porto
terça-feira, 16 de março de 2010
Rei D. Carlos
D.Carlos

Apesar das tentativas de D. Carlos no sentido de reformar o sistema político, a crescente influência do Partido Republicano nas grandes cidades e o descontentamento popular na sequência do ultimato inglês e da crise dos adiantamentos à Casa Real, determinaram o regicídio (1908) e a queda da monarquia (1910).
Afonso Costa

Como governante, Afonso Costa equilibrou as finanças públicas, criou o Ministério da Instrução e foi o responsável por legislação de relevo nas áreas da economia, das finanças, da justiça, do trabalho, etc. Em todo este labor, aliava a sua competência técnica de jurista a uma qualidade invulgar de homem de Estado.
terça-feira, 9 de março de 2010
A Grande Porca

Por cá, a mama continua. O Governo decidiu cortar até 90% os salários dos altos cargos das empresas "resgatadas" durante a crise económica e reduzir para metade os bónus e compensações de 175 executivos. (notícia Agência Financeira). Convém esclarecer que isto passa-se nos Estados Unidos. Por cá, a vilanagem continua a mamar tranquilamente.
Os Republicanos
Os Republicanos aproveitam a situação para alargar a sua base social de apoio, criticando a monarquia de já não ser o garante da integridade territorial e da soberania nacional, afirmando a alternativa republicana:
« A monarquia, que já não proclama a ficção de manter a nossa integridade, e que se sustenta provisoriamente pelo nosso desmembramento, não tem apoio moral; mantém-se apenas pela indiferença geral [...] O que é a República, senão uma nacionalidade exercendo por si mesma a própria soberania, intervindo no exercício normal das suas funções e magistraturas? No estado actual da crise portuguesa só existe uma solução nacional, prática e salvadora - a proclamação da República. »
« A monarquia, que já não proclama a ficção de manter a nossa integridade, e que se sustenta provisoriamente pelo nosso desmembramento, não tem apoio moral; mantém-se apenas pela indiferença geral [...] O que é a República, senão uma nacionalidade exercendo por si mesma a própria soberania, intervindo no exercício normal das suas funções e magistraturas? No estado actual da crise portuguesa só existe uma solução nacional, prática e salvadora - a proclamação da República. »
O Ultimato Britânico
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talar um governo provisório e chegou mesmo a proclamar a República na Praça da Liberdade. 


